Tratando as dores dos equideos.

Um paralelo entre o tratamento convencional e o homeopatico/ antroposofico.

Acabo de falar com alguem do interior do estado. Seu cavalo fez uma laminite (aguamento) após castração. Foi levado para um local que não conhecia, foi castrado e assim que sarou (13 dias depois), iniciou treinamentos para prova de tambor. Não era de se estranhar que fizesse a tal laminite. O proprietário continou a dizer que o animal estava muito magro e não queria comer. Sentia muito os membro anteriores mas não deitou. Proprietário estava com medo de perder o animal. Disse que o animal estava tomando antinflamatorio e antibiotico.

O animal permanecia preso numa cocheira com mais de um palmo de palha de arroz na cama.

Acreditamos que o maior responsavel por esta situação são os anti-inflamatorios , pois o cavalo sofre muito com ulceras gastro duodenais provocados por estas drogas è também é grande o comprometimento do figado dos animais precisam destas drogas. Assim, se não tomar estes remedios, a dor no membro é insuportavel, e se tomar , sofre com dor de estomago ( gatrite e ulceras), e o figado fica com sua função comprometida. Não é raro estas drogas provocarm hepatite toxica. É um beco sem saida.

Já na farmacopéia homeopatica e antroposofica, temos medicações especificas para cada tipo temperamento animal e para a tipo de desconforto que ele sente. Trata-se o animal mais sanguineo (nervoso) com medicamentos diferentes que um animal mais fleumatico (tranquilo) e diferentes por sua vez a no animal mais melancolico. E dentro de cada temperamento há a medicação que melhor se adequa às diferentes dores a saber:

Dor ossea do animal Nervoso; Dor ossea do animal Linfático; Dor muscular do animal Linfático; Dor tendinea do animal Melancolico; Dor por batida; Dor cortante; Dor queimante; Dor que melhora com frio; Dor que melhora com calor; Dor que melhora por pressão; Etc....etc.

A medicação para cada tipo de situação é MUITO especifica e assim sendo, tem maior chance de alcançar bons resultados e com efeitos colaterais tendendo a zero. Mesmo porque, a medicação homeopatica, ao contrario da convencional que se baseia na concentração das drogas, é energética (dinamizada), e não faz nada pelo animal a não ser estimular o organismo a reagir. É esta dinamica faz com que haja quase nenhum efeito colateral. Porem, ha que se fazer aqui um esclarecimento: Há um mito que diz:“remedio homeopatico se não faz bem, mal também não faz”. Isto não procede. Medicação homeopatica quando mal indicada faz mal sim. Se a medicação for prescrita de forma equivocada, vai estimular uma reação muita vezes não desejada naquele momento ou “desvia” energia de uma parte do organismo, para favorecer outra,de forma inadequada. E a parte do organismo que realmente precisava de estimulo maior ....não é beneficiada. Logo é necessário que um especialista em homeopatia faça o exame do doente e prescreva segundo os sintomas mentais, gerais e locais do animal.

Desta forma há grande chance de sucesso no tratamento de doenças agudas, cronicas, traumaticas e metabolicas, etc, sem que os inconvenientes das dores de estomago , gastrites e ulceras, ou outro qualquer efeito não desejado.

Como vimos, a medicação homeopatica “estimula” o organismo a reagir contra o que lhe agride. Assim, quando o animal eta extremamente depalperado, com seu vigor muito baixo é natural que ele não consiga responder rapidamente ao etimulo que o remédio faz.

Quero aqui abordar um outro mito que diz: “tratamento homeopatico é muito lento”, o que também não procede. Lento é o organismo que já muito desgastado, não consegue responder prontamente ao estimulo que a medicação faz. Assim , não esperem até o animal ficar no “bagaço” para procurar ajuda.

A Homeopatia e a antroposofia se propoem a tratar além dos problema físicos, os problemas emocionais. Equideos tem muitas manias como engolir ar/ andar de um lado a outro da cocheira/ nãom deixar por cabresto/ não deixar colocar a mão nas orelhas / não se deixar montar, etc. Todas estas situações podem ser contornadas com esta nova terapia e bom manejo.


Ulcera gastrica em Equino